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A empresária Jenilda Gomes Lima, presa no dia 20 de abril, durante a Operação Ánomos, do Ministério Público Estadual (MPE), teve o pedido de liberdade negado pelo desembargador José Carlos Malta Marques, do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL). Ela é acusada de desvio de bens públicos, falsidade ideológica, omissão de documentos, lavagem de dinheiro e fraude em processo licitatório.
A ação do MPE teve como alvo empresários do ramo de locação de veículos, que atuavam para prefeituras alagoanas, e ex-agentes públicos que teriam enriquecido com o desvio de recursos públicos, supostamente.
A defesa alegou ser desnecessária a prisão preventiva da acusada e afirmou que ela não representa uma ameaça à ordem pública, pois possui bons antecedentes, é ré primária e tem residência e trabalho fixos.
A decisão do desembargador José Carlos Malta Marques considerou que a empresária possui contratos com outras prefeituras alagoanas, alguns com indicativos de fraudes, além de sua empresa ser mencionada em relatórios de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Fazenda.
“Vislumbro que os Juízes de primeiro grau afirmaram que diante da conduta delitiva em tela, as condições subjetivas favoráveis perdem o seu condão, pois as normas violadas têm como objeto a proteção da coisa pública, um bem que se sobrepõe ao indivíduo”, diz o desembargador na decisão.
*com Ascom TJ/AL
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